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Mãe apela para que seqüestradores entreguem sua filha

11h11, 02 de Outubro de 2006 Da redação

Divulgação
Maria Luísa foi levada após tentativa de assalto frustrada

A dona-de-casa Aline Maria Pereira Nogueira procurou a imprensa, na manhã de hoje, para pedir aos seqüestradores que entreguem sua filha, Maria Luisa, de apenas dois anos, que foi levada na tarde de ontem, após tentativa de assalto frustrada.

Aline, em depoimento emocionado, disse que Maria Luísa vinha apresentando quadro alérgico e que está tomando medicamento com horário controlado. A menor, que foi feita de escudo humano por um dos assaltantes, está desaparecida há aproximadamente 19 horas.

As pessoas que possuírem informações sobre o paradeiro da menor podem entrar em contato com a família pelos telefones 9381-5060 e 9321-4318.

O seqüestro

Uma tentativa de assalto terminou em seqüestro no bairro do Eustáquio Gomes. O caso aconteceu, por volta das 16h30 de ontem, quando Aline Maria Pereira Nogueira, seu esposo e sua filha de dois anos, Maria Luisa Pereira Nogueira, foram abordados por assaltantes que tentaram roubar dinheiro e o carro da família.

Aline conta que aguardava seu esposo na porta de uma panificação quando um homem armado anunciou o assalto. Ele pediu que ela entregasse todos os pertences e o carro, mas não sabia, que na panificação, estava seu esposo, um policial civil, armado. “Foi exatamente quando percebeu a movimentação, que meu marido saiu atirando e começou a troca de tiros, que deixou todo mundo ao redor assustado”, conta.

“Quando ele percebeu que não poderia levar o carro, arrancou minha filha dos meus braços, entrou em um Honda FIT de cor preta e fugiu acompanhado de outros assaltantes, que vinham em um Honda FIT, de cor Prata. Ainda pedi para que ele me levasse no lugar dela, mas ele justificou que pegou a menina só para dar uma lição no meu marido”, acrescenta.

Mesmo assustado, o policial continuou trocando tiros com os bandidos, até o município de Flexeiras, quando atingido com um tiro e com o pé fraturado, ele não pôde mais seguir com a perseguição.

A grande preocupação da mãe é que a criança não tem nenhuma identificação e que pelo fato de ser pequena, não poderia dar qualquer pista do lugar onde mora. “Minha filha não tem nenhum identificação, não sabe falar direito, nem tampouco falar nada sobre sua família, por isso, não tem como ser identificada”, disse.

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essa mnchete da mlú é antiga, as atualizadas é melhor,
Enande
ERNANDE - 25/03/2009 07h52
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