Usuário Legado
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Denúncias de compra de caixões para pessoas vivas pela Prefeitura de Joaquim Gomes, e sobre a contratação de 300 professores para o Programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA), para salas de aulas sem alunos, fazem parte do acervo de denúncias que estão sendo apuradas pela Polícia Federal.
Pessoalmente, estão na cidade o superintendente, José Pinto de Luna, e o presidente do Sindicato dos Policiais Federais, Jorge Venerando. Uma das apurações da PF dá conta que, no final de 2008, houve uma sobra- normal- de R$ 878 mil- da Educação. O dinheiro deveria ter sido rateado entre os professores, através da prefeitura.
Em Joaquim Gomes existem 183 professores e pelos cálculos do Sindicato dos Servidores da Prefeitura, no município, cada profissional de ensino deveria ganhar R$ 4.000. "Um ofício da Prefeitura diz, nas denúncias, que os professores receberam R$ 50", falou Luna, ao blog.
"Estamos ouvindo a Prefeitura para apurar as denúncias. Há a possibilidade de transformamos tudo isso em inquérito policial. Também estamos contactando a Controladoria Geral da União para investigar essa história dos caixões. Não tenho detalhes sobre isso ainda. Quero saber se existe desvio de verba federal", explicou o superintendente da PF.
A caravana da PF continua em Joaquim Gomes até o final do dia.